
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Vitória do PS, sim, mas...

quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Parlamento Europeu abre legislatura 2009-2014
O novo Parlamento Europeu (PE) já iniciou funções em Estrasburgo. São 736 deputados, dos quais 22 portugueses. Os conservadores do Partido Popular Europeu (PPE) continuam como principal força política da Assembleia. A primeira sessão de trabalhos foi dominada pela eleição dos presidentes das comissões parlamentares, ficando de fora a votação do futuro presidente da Comissão Europeia. Com a permanência da maioria do PPE no hemiciclo, Durão Barroso deverá ser reeleito em meados de Setembro.
As três principais famílias políticas – PPE, Socialistas e Liberais – chegaram a um acordo que deverá ser suficiente para a eleição do checo Jerzy Buzek como novo presidente do PE. O acordo estipula também que na segunda metade da legislatura, a presidência será ocupada por um socialista, enquanto os liberais terão algumas presidências e vice-presidências das principais comissões parlamentares. Uma das comissões, a do Comércio Internacional, deverá ser presidida por um eurodeputado português, o ex-ministro da Saúde Correia de Campos.
O arranque marcou, essencialmente, a passagem de testemunho entre antigos e novos eurodeputados. As próximas sessões deverão ser a sério, com o debate da situação no Irão, China e Honduras. A República Checa entrega a presidência da União Europeia à Suécia, que tomou posse a 1 de Julho. Ainda este mês, os escandinavos apresentarão as prioridades da nova liderança para este semestre. JUL2009
Mais 50 Novas Oportunidades
A ministra da Educação garante que a rede do programa Novas Oportunidades vai ser reforçada com mais 50 centros de aprendizagem, como forma de responder à crescente procura.
Este anúncio de Maria de Lurdes Rodrigues surge no dia em que foram conhecidos os resultados da avaliação externa elaborada pela Universidade Católica, que refere o elevado tempo de espera dos candidatos como um dos principais problemas do Novas Oportunidades. O documento, da autoria do ex-ministro da Educação Roberto Carneiro, adianta que outra dificuldade são os reduzidos impactos do curso no mercado de emprego. Em resposta a esta desadequação entre a certificação e os ganhos laborais, a actual titular da pasta da Educação avança que “é preciso tempo” para que “o tecido empresarial também se adeque às novas qualificações”.
Quanto às críticas de facilitismo do programa, a ministra refere que o “testemunho” dos beneficiários, dos técnicos e dos avaliadores externos “rejeita essa hipótese”. Mas há questões a melhorar: Maria de Lurdes Rodrigues considera necessário fazer progressos na flexibilidade dos horários de trabalho, para facilitar o acesso das pessoas às acções de formação e aumentar o universo de entidades empregadoras, para que os trabalhadores possam frequentar o programa.
Pelo Novas Oportunidades já passaram, desde 2006, quase 900 mil portugueses, numa média de 20 mil inscrições por mês. Maria de Lurdes Rodrigues apresentou o projecto de formação, em 2006, como um programa que permite “adquirir novas e mais competências” em termos de línguas, literacia, tecnologia e ciência, está contente com os resultados do projecto já que “ultrapassou em muito qualquer expectativa e alargou muito os horizontes do País, com a recuperação dos níveis de qualificação”, frisou.
JUL2009.
